quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Posted by Mulheres na ciência on 15:30 No comments

Primeira astrônoma dos Estados Unidos. Aos 16 anos ela foi professora assistente do primeiro fundador de uma escola nos Estados Unidos. Aos 17 anos ela abre uma escola própria. Um ano depois fechou a escola pois foi convidada a trabalhar como bibliotecária. Este emprego foi perfeito para ela pois ela arrumou tempo para ler e estudar.  

O pai dela passou a trabalhar num banco e com isto arrumou dinheiro para montar um observatório com um telescópio de 4 polegadas no telhado da casa da família Mitchell.

Ela ajudava o pai fazer medidas de posição de estrelas.

  Maria observou numa noite de 1847  que havia uma estrela que ela nunca tinha visto localizada a 5 graus acima da estrela polar. Pensou que poderia se tratar de um cometa e então anotou as coordenadas do novo objeto. Na noite seguinte ela percebeu que o objeto havia se deslocado em relação as demais estrelas do campo ai teve certeza de que seria um cometa. Seu pai então escreveu para um professor da universidade de Harvard sobre a descoberta de Maria. Este entusiasmado mandou o nome de Maria para o rei da Dinamarca que havia prometido uma medalha de ouro para  que descobrisse um cometa não visível a olho nu. No entanto Francesco de Vico de Roma também o havia descoberto porém 2 dias depois de Maria Mitchell, antes das noticias de que  Maria o havia descoberto a medalha ficou para Vico. Um ano depois Maria também recebeu a medalha e o cometa ficou conhecido por “cometa de Miss Mitchell”.Ela continuo a trabalhar como bibliotecária mas agora recebendo cartas com homenagens por sua descoberta de cientistas.

Em 1848 a academia de Artes e Ciências americanas a elegeu como a primeira representante feminina. Em 1849 foi oferecido a ela um emprego como estagiaria para trabalhar na confecção do almanaque náutico dos Estados Unidos em particular com as tabelas da posição de Venus. Em 1856  recebeu uma oferta de um rico o homem: o gereral Swift, para que ela acompanhasse a filha dele numa excursão a Europa. Neste passeio ela pode conhecer o observatório de Greenwich. Ela continuou a jornada sozinha desta vez com a intenção de conhecer o observatório do Vaticano. Ela apenas obteve permissão para entrar lá durante o dia. Pois a mulheres não era permitido que se entrasse de noite. Ao retornar de sua viagem ela foi presenteada com um telescópio cujos fundos para comprá-lo foram dadas por mulheres dos Estados Unidos. Ela usou seu presente para observar eventos astronômicos em espacial as manchas solares.

Em 1865  tornou-se professora da universidade de Vassar nos Estados Unidos isto possibilitou que ela trabalha-se com o terceiro maior telescópio (12 polegadas) daquele país. Ela convidava seus alunos para fazerem observações de objetos astronômicos e chuvas de meteoros. Ela continuou com suas próprias pesquisas estudando jupiter, Saturno e fazendo fotos do céu. Foi das primeiras mulheres a participar de reuniões no congresso americano. Ela se aposentou de Vassar em 1888 por causa de sua saúde precária. Faleceu em 1889 no estado de Michigan.

Fonte: CDCC - USP
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